A Pós-graduação em Suicidologia e Emergências em Saúde Mental forma o profissional capaz de intervir com técnica, ética e segurança nos contextos onde há sofrimentos complexos — sob a coordenação direta da Dra. Ticiana Paiva.
Turma 2026 · Vagas limitadas · Pré-matrícula aberta
MEC
Certificação lato sensuCiência e humanidade que transformam vidas
Os dados não pedem dramatização. Eles falam por si.
Mortes por suicídio registradas no Brasil em 2023 (46 por dia) — número que segue em trajetória de crescimento estrutural.
Anuário Brasileiro de Segurança Pública
Principal causa de morte entre jovens brasileiros de 15 a 29 anos, atrás apenas de acidentes e violências interpessoais.
Ministério da Saúde · DataSUS
Aumento dos casos de autolesão e tentativas de suicídio entre jovens nos últimos anos no Brasil.
DataSUS · OMS
A graduação em Psicologia, Medicina ou Enfermagem não prepara o profissional para o manejo clínico real do paciente em risco. Essa lacuna formativa transfere para a iniciativa privada — para você — a responsabilidade de adquirir o conhecimento técnico que pode salvar uma vida.
E sente que falta protocolo, repertório técnico e segurança jurídica para conduzir esses atendimentos com a profundidade que eles exigem.
E percebe que casos de sofrimento severo, autolesão e crises emocionais aparecem com frequência crescente — sem que haja preparo institucional para isso.
Para atuações em empresas (NR-01), posições em saúde mental, consultorias, capacitação de equipes ou atuação clínica em consultório particular ou serviços de saúde.
Para além do certificado: quer fazer parte de uma comunidade técnica séria que está reescrevendo como o Brasil acolhe pessoas em crise.
Há 20 anos, a Dra. Ticiana Paiva dedica sua carreira ao acolhimento de pessoas em sofrimento extremo. Psicóloga com mestrado e doutorado em Psicologia (PUC-Campinas), sua pesquisa se debruçou sobre a atuação de profissionais em cenários de crise — desastres, emergências humanitárias, intervenções em comunidades sob risco grave.
É autora de livros, palestrante internacional, criadora do método FormiSE — referência nacional em intervenção segura em sofrimento emocional extremo. Já estruturou 16 equipes de Plantão Psicológico no Brasil e formou mais de 8.000 profissionais. Durante a pandemia de COVID-19, foi convocada por conselhos profissionais e instituições públicas para liderar estratégias de resposta emocional em larga escala.
Esta pós-graduação reúne tudo o que ela aprendeu — não apenas na academia, mas no campo, onde o sofrimento é real e a nossa ação pode fazer a diferença.
A especialização que forma especialistas — não para discutir suicidologia na teoria, mas para agir com segurança e eficácia quando alguém mais precisa.
Saber exatamente o que dizer, o que não dizer, como conduzir a avaliação de risco letal, e como construir um plano de segurança eficaz com o paciente — mesmo quando ele está revelando intenção suicida pela primeira vez.
Dominar as escalas validadas internacionalmente (C-SSRS, Beck, entre outras), saber quando aplicar cada uma, como interpretar os resultados sem reducionismo e como traduzir o risco em decisão clínica concreta.
Distinguir clinicamente o fenômeno autodestrutivo, conduzir intervenções específicas para autolesão não-suicida, trabalhar com famílias e adolescentes em sofrimento — uma das demandas mais frequentes e menos preparadas hoje nos consultórios.
Trabalhar com o luto complexo característico das mortes por suicídio, prevenir suicídios secundários no círculo enlutado e oferecer suporte estruturado a sobreviventes.
Conduzir o cuidado em redes de apoio: saber acionar CAPS, encaminhar para internação quando necessário, articular com equipes médicas, criar protocolos institucionais.
Documentar adequadamente o atendimento, sustentar suas decisões clínicas perante o CRP, conduzir comunicação com familiares e instituições, e proteger sua prática profissional em uma área de altíssima exposição.
360 horas distribuídas em 6 trilhas progressivas, cada uma combinando aulas gravadas, encontros ao vivo, oficinas práticas e bibliografia dirigida.
Os pilares teóricos da suicidologia contemporânea — de Durkheim e Shneidman a Joiner, Linehan e Jobes. Teoria da Crise; Primeiros Socorros Psicológicos (PSP); atuação em desastres; epidemiologia brasileira e protocolos da OMS. Comunicação, linguagem e saúde mental.
Domínio técnico das escalas validadas internacionalmente. Como conduzir a entrevista de avaliação, identificar fatores de risco e de proteção, classificar letalidade e impulsividade; e construir planos de segurança eficazes para cada tipo de paciente ou usuário do serviço.
Compreendendo as psicopatologias agravantes para suicídio. Introdução à Psicofarmacologia. Método internacional validado de manejo clínico: da escuta qualificada a técnicas de desescalada da crise; construção do vínculo terapêutico em situação de risco. Inclui o método FormiSE — protocolo proprietário desenvolvido pela Dra. Ticiana Paiva.
Diagnóstico diferencial entre autolesão não-suicida (NSSI) e comportamento suicida; trabalho com adolescentes e famílias; programas de combate ao bullying e atuação em escolas. Vícios digitais.
O cuidado com enlutados. Especificidades do luto por suicídio, prevenção de suicídios secundários, intervenções em grupos e comunidades pós-evento.
Suicidologia aplicada a sistemas reais. Articulação com a Rede de Atenção Psicossocial (RAPS), políticas públicas, estruturação de plantões psicológicos, ações comunitárias, cuidado hospitalar, capacitação de equipes — preparando o aluno para atuar muito além do consultório.
Não buscamos nomes para preencher slides. Cada docente desta pós atua diretamente no campo que ensina.

Referência nacional em suicidologia, crises e desastres. Autora, palestrante internacional. Doutora pela PUC-Campinas. Criadora do método FormiSE.

Pós-Doutora em Saúde Pública. Docente da UFC. Coordenadora do LAPFES.

Neurocientista. Doutora pela USP. Especialista em psicopatologias e neurobiologia do comportamento suicida.

Presidente da Rede API. Mestre pela UFMG. Referência nacional em posvenção e luto por suicídio.

PhD em Ciências da Saúde. Estuda vícios cibernéticos e o impacto da tecnologia na saúde mental.

Pesquisador do discurso suicida na mídia. Ativista e palestrante na causa de comunicação responsável.

Tenente-Coronel do Corpo de Bombeiros/SP. Criador da Técnica Humanizada de abordagem em crise.

Psiquiatra formado pela USP. Doutor em Ciências Médicas. Especialista em psicofarmacologia aplicada.

Referência em Psicologia Hospitalar e Psicoterapia Breve Focal. Autora de diversos livros sobre o tema e formadora de gerações de psicólogos para PB e crise emocional.

Psicóloga e jornalista. Professora convidada da UNICAMP. Referência nacional no combate ao bullying, tendo criado o Protocolo de Ações em Escolas, adotado por diversas prefeituras.

Graduado em Psicologia pela PUC-Campinas, articulador nacional do movimento de Ouvidores de Vozes. Supervisor clínico e institucional de serviços de saúde mental, assistência social e atendimento a famílias vítimas de violência.
O mercado oferece muita formação em suicidologia. Vale entender por que a nossa é estruturalmente diferente.
Fiquei extremamente satisfeita com o nível técnico das aulas. As oficinas nos ajudam a ir além da teoria e entender a importância do autocuidado no atendimento a pacientes em sofrimento extremo.
Fazer a pós ampliou meu olhar sobre tudo que envolve o suicídio. Mesmo já conhecendo o FormiSE, a especialização consolidou o conhecimento e foi profundamente enriquecedora.
Uma experiência transformadora. As aulas são profundas e conduzidas com propósito. Mais do que técnica, estou aprendendo a oferecer um vínculo humano, seguro e real.
Especialista em Suicidologia e Emergências em Saúde Mental — pós-graduação lato sensu emitida por instituição credenciada pelo MEC.
Sem pacotes infláveis, sem urgência fabricada. Apenas o preço justo de um curso desta densidade.
Vagas limitadas · Pré-matrícula não garante aprovação automática
A formação técnica é o primeiro passo. A decisão de fazer parte de uma rede séria de profissionais que estão mudando como o Brasil cuida de pessoas em crise — esse é o segundo.